A RKG Ambiental, para oferecer atendimento profissional, investiu com seriedade na reforma do restaurante do parque, no mobiliário, na manutenção, na assepsia, na limpeza e em uma equipe qualificada. O resultado foi surpreendente: o restaurante, na gestão da RKG oferecia um padrão adequado para todos os públicos, mesmo os mais exigentes. Afinal, o Parque merece este tratamento. O restaurante do parque era o cartão de visitas, um exemplo de excelência ambiental e jamais foi tratado como um boteco da esquina.

GESTÃO RKG                                            HOJE

.

DEPOIMENTO DE PARCEIROS - jUNHO 2006

A visão sistêmica de PAULO SÉZIO, hoje Consultor de projetos turísticos e em out/2006, coordenador de turismo. Uma análise muito lúcida sobre o Parque Estadual do Rio Doce. É a opinião de quem entende do assunto. Paulo também, parceiro da RKG Ambiental.

PROJETOS QUE FORAM ENGAVETADOS

Ecolojinha do Parque, um carro plotado com imagens do parque, para divulgar a reserva e vender os produtos artesanais da comunidade do entorno da UC em feiras e congressos por todo estado. Este veículo era uma Ducato todo equipado com equipamentos áudios-visuais e telão para projeção de filmes do Cine Comunidade e vídeos do parque, uma ferramenta essencial no trabalho de educação ambiental da empresa no entorno do parque e divulgação do PERD para o Brasil.

UM TRABALHO ROMPIDO..

 

 ...projetos engavetados e os sonhos foram desfeitos.

Perguntamos: se o público em geral, as comunidades do entorno, a população da região, todos enfim aplaudiram nossos projetos, por qual motivo eles foram paralisados?  A quem interessa esta situação? Sabemos quem está perdendo com este gesto de insensibilidade sócio-ambiental. Mas quem está ganhando? Sério: quem sai ganhando nesta história?

Temos que estar alertas. O ecossistema que estamos tentando preservar sofreu a destruição durante muitas décadas. Agora querem destruir nossa capacidade de realização, nossa criatividade e nossos empreendimentos.

É hora de começarmos a preservar também nossas consciências, nossas inteligências e nossa cidadania.

PARA SER MELHOR

Confira neste vídeo, nossos propósitos, nossos ideais, nossas diretrizes e nossa filosofia de trabalho. Este sempre foi e será nosso propósito: fazer bem feito, de forma competente; fazer com o coração para ser o melhor.

MAIOR PROJETO DE TURISMO SUSTENTÁVEL É ENGAVETADO
Em Julho de 2005, começou no Parque Estadual do Rio Doce (PERD) a execução de um dos maiores projetos de Turismo sustentável em Unidade de Conservação (UC) de Minas Gerais, abrangendo e beneficiando todas as comunidades do entorno do parque, isso quer dizer, mudança de Cultura no Vale do Aço. Esse projeto teve inicio quando a empresa RKG AMBIENTAL ganhou a Concessão do Uso Público do Parque Estadual do Rio Doce, uma Parceria Pública Privada (PPP) com o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF/MG), que seria um modelo de gestão pioneiro a ser implantando em Unidade de Conservação (UC) do estado e futuramente no Brasil.
Em 24 de junho de 2007, a RKG Ambiental teve seu contrato cancelado, com a promessa da Secretaria do Estado de Meio Ambiente e do IEF, de realizar uma correção no contrato para posterior continuação dos projetos da RKG Ambiental no Parque Estadual do Rio Doce, e devido a essas promessas a RKG Ambiental não retirou seus bens materiais do PERD. Dispensamos mais de 20 funcionários, sendo a maioria da comunidade do entorno e todos dependentes deste emprego para o sustento de suas famílias. Mesmo com as divergências criadas com a gerência do parque, pois a concepção de turismo em UC na atual administração do parque não condizia com as propostas do Ministério de Meio Ambiente e nem com a dimensão da importância deste parque para a preservação do pouco que sobrou da Mata Atlântica em nosso país; mais uma vez reafirmamos a idéia de que para preservar é preciso conhecer!
Vamos mostrar nesse BLOG como tudo isso aconteceu e como o PARQUE é "PRESERVADO".
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, TIMOTEO, QUITANDINHA, Homem, de 56 a 65 anos, Cinema e vídeo, Gastronomia, Ecoturismo
Visitante número: